Mal de Alzheimer: o que é, causas e tratamento

Mão no tornozelo, nariz na testa e orelha no braço: avanços na medicina chinesa
17 de dezembro de 2013
Sete alimentos que ajudam a combater o mau hálito
17 de dezembro de 2013

Doença que muitas vezes tarda a ser percebida, embora possa aparecer em pessoas jovens, o Mal de Alzheimer atinge idosos a partir dos 60 anos e se intensifica após os 85 chegando a até 40% da população.

O que é

O Mal de Alzheimer se caracteriza pela deficiência na comunicação dos neurotransmissores, que são moléculas responsáveis por conduzir os estímulos nervosos de um neurônio para o outro.

A deficiência resulta no declínio das funções cognitivas, como a capacidade de memorizar acontecimentos recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos, prestar atenção em outros indivíduos e expressar-se.

Entre os sintomas do Mal de Alzheimer está a perda de memória de curta duração que não atrapalham a rotina, mas que, ao longo dos anos, vai se intensificando até atrapalhar as funções necessárias para atividades básicas, como vestir-se, cuidar da higiene e alimentar-se.

Causas

Embora nenhuma pesquisa científica tenha comprovado as causas do Mal de Alzheimer, especula-se que determinadas características de uma proteína presente no sistema nervoso pode indicar probabilidade de desenvolver a doença. Além disso, indivíduos que sofreram contínuos traumatismos cranianos mostraram mais propensão ao problema.

Porém, embora a causa ainda não seja comprovada, estudos mostraram que ao aprender novas funções o organismo estimula as sinapses – conexão neurológica que acontece ao aprender algo novo – e retarda o aparecimento da doença. Tanto que, pesquisas indicam que há associação do Mal de Alzheimer com o analfabetismo e com a baixa escolaridade.

Tratamento

mal-alzheimer-tratamento.jpg

ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK

Nenhum tratamento disponível é capaz de recuperar os neurotransmissores e regredir a doença, porém, os medicamentos para o Mal de Alzheimer disponíveis inibem a ação das enzimas que destroem os neurotransmissores.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *